O juiz Edemar Gruber, que determinou o bloqueio das contas, explicou ao G1 que o acusado de ter sumido com o bilhete entrou com recurso para liberação das contas, mas o Tribunal de
Justiça optou por manter a decisão da Comarca de Joaçaba.
O marceneiro Flávio Júnior Biassi afirma que deu R$ 1,50 e os seis números para que o patrão fizesse a aposta por ele. Informalmente, teriam combinado de repartir o dinheiro se os números fossem sorteados. O bilhete foi premiado e patrão desapareceu da cidade.
O marceneiro Flávio Júnior Biassi afirma que deu R$ 1,50 e os seis números para que o patrão fizesse a aposta por ele. Informalmente, teriam combinado de repartir o dinheiro se os números fossem sorteados. O bilhete foi premiado e patrão desapareceu da cidade.
"Essa foi uma primeira decisão. Agora, o caso vai passar para um colegiado com três desembargadores, que vão analisar se devem manter essa decisão. Por enquanto, o dinheiro não pode ser movimentado", diz Gruber.
Segundo Gruber, o Processo Judicial que vai definir quem tem direito ao prêmio ainda não teve início, porque o marceneiro tem prazo até dia 5 de outubro para entrar com a ação. "Ele não entrou ainda porque deve estar reunindo documentos", afirma o magistrado.

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